terça-feira, 10 de janeiro de 2017

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Mas, li uma excelente reportagem sobre a 'febre' do futebol no oriente médio, paises árabes, baseada em livro escrito pelo iraquiano Ibrahim al-Badn, QUE TINHA TAMANHA HABILIDADE COM A BOLA NO PÉ QUE FOI APELIDADO DO MARADONA por seus adversários. Tempos passados, em que ele era conhecido pela semelhança com o craque argentino e disputava lances com colegas de presídio. Hoje, Badri responde por outro nome: Abu Bakr al-Baghdadi, lider da organização terrorista Estado Islâmico e autoproclamado califa. O gol é uma paixão compartilhada por diversos lideres terroristas no Oriente Médio, como era o Osama Bin Laden, fundador da rede Al Qaeda, fã do Arsenal; Hassan Nasrallah, lider da milicia xiita Hisbullah, torcedor da seleção brasileira na Copa. Alguns deles utilizaram o esporte para recrutar membros, outros não hesitaram em planejar atentados em estádios. Mas, em conjunto, eles entenderam a importância do futebol no oriente médio - único lugar, segundo o pesquisador James Dorse, em que esse jogo teve um papel politico continuo e proeminente por mais de um século. O estudioso publicou neste ano 'The Turbulent World of Middle East Soccer' (Osford University Press, 256 paginas, 188 reais) (O mundo turbulento do futebol no oriente médio), sua pesquisa sobre a intersecção entre campinho e politica. O vestiário da história está abarrotado de exemplos que reforçam a tese, detalhada na obra. Entre eles o momento nacionalista egípcio, que se valeu do time Al Ahly para lançar a revolução pelo reconhecimento britânico da Independência do pais, em 1922. ci O Al Ahly, inicialmente aberto apenas a egípcios, foi criado em 1907 em reação aos clubes britânicos do Cairo que não permitiam a entrada de locais. O rival Zamalek seria fundado quatro anos depois em apoio aos monarquistas e às tropas britânicas. A rivalidade entre ambos persiste ate hoje, aesar de o contexto ser outro. 'O futebol foi essencial durante as lutas anticolonialistas no Egito e na Argélia, e também na formação de países como Irã e Israel, diz Dorsey ao TIMES. .... BOLA FORA : futebol por lá é bola disputada entre fundamentalistas. Se Bin Laden era fã do Arsenal, a organização terrorista Al-Shabab condena a prática, perseguindo jogadores, torcedores e jornalistas na Somália. A contenda tem origem na interpretação religiosa. Lideres como Ismail Haniyeh, do palestino Hamas, acreditam que Maomé recomendava a prática de esportes para a manutenção de um corpo saudável, um condionamento com vistas à guerra santa. O entusiasmo deles tem também suas razões seculares. Campos e times, incluindo clubes informais nas periferias, não são monitorados pelos governos. Além disso, terroristas sabem que grandes parte dos homem=ns-bomba foram recurtados em atividades dinâmicas, e não na inércia das mesquitas'. É uma reportagem espetacular! Mostrando como o futebol é usado pelos governos, pela máfia, tudo para manobrar a 'massa'! Como exemplo, estamos vendo os bilhões de dólares vindos da China, comprando quase um time de futebol, como no ano passado compraram 7 jogadores titulares do Corinthians, que, se não fosse um 'timão', teria se acabado, tudo pelo amor ao futebol que o atual primeiro ministro da CHINA POSSUI, inclusive, deseja que a China seja campeã do mundo dentro de uns 20 anos! Mas, para concluir, voltando ao tema principal, quando da copa de 70, a seleção do Iraque foi desclassificada, não indo para o pais da copa, revoltando a familia Saddan, onde o seu filho, o mais velho, um assassino famoso nesse pais, inclusive, quando foram mortos, ele e o pai, mesmo decapitado, ainda enfiaram um vergalhão, entrando pelo ânus até a garganta, mandou prender todos os jogadores, técnicos, etc., onde ficaram nús, e a policia secreta do pais os espancou por mais de 30 dias, precisando da intervenção da FIFA que ameaçou proibir, definitivamente, o Iraque no futebol!

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