segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

'NÃO FALE COM ESTRANHOS: O QUASE SEQUESTRO DE UM MENINO DE SEIS ANOS NA AVENIDA PAULISTA AUMENTA AS DÚVIDAS DOS PAIS SOBRE QUAL SERIA A MEDIDA CORRETA ENTRE BUSCAR SEGURANÇA PARA AS CRIANÇAS E A NECESSIDADE DE FOMENTAR A AUTONOMIA , UMA EXCELENTE REPORTAGEM PUBLICADA NA FOLHA DE SÃO PAULO, DE 1 DE NOVEMBRO DE 16, PELA JORNALISTA RACHEL BOTELHO.

' A seguir, sucintamente, tratarei sobre a mesma: 'Um vídeo que mostra um menino de seis anos sendo levado por um desconhecido na av. Paulista, deixou pais com os nervos à flor da pele na última semana e levantou dúvidas sobre o equilibrio entre os cuidados necessários com as crianças nas grandes cidades e a importância do estímulo á autonomia. O episódio, ocorrido no domingo, dia 23, teve final feliz porque o pai flagrou a tentativa de rapto enquanto filmava uma apresentação musical. Três dias depois, o homem de 52 anos foi detido em uma unidade de saúde na zona norte da capital. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de SP, Rubens Santos da Silva já havia sido internado num hospital psiquiátrico , em 2008, após uma tentativa de invasão do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual (essa é minha: como seria bom que Geraldo Alckmin fosse sequestrado, tomasse muitos cascudos, raspado aquela pouca cabeleira, e depois o soltasse, com vida, para ele ter uma noção de como o povo paulistano e paulista sofrem!). A psicóloga \rosely sayão conta que se surpreendeu com a reação ao caso, porque a mãe agiu corretamente, e a cena não é motivo para pânico: 1se os pais estão atentos, como estavam, o máximo que ode acontecer é isso: eles percebem e pegam a criança de volta. Ou de agora em diante a criança não vai poder mais andar dois ou três metros sozinha?" Questiona. Não mesmo. 'Com seis anos, a criança não vai associar o que ouve dos pais (sobre os riscos) com a realidade', diz a psicóloga Suely. Ela lembra que, a primeira infância, o olhar da criança para mundo é diferente daquele do adulto onde os pais veem risco, ela vê investigação e exploração. Uma criança de nove ou dez anos tem condições de identificar algo estranho, mas uma mais nova, não', diz a psicóloga. Pois é, minha gente, concordo, plenamente. Não podemos ter medo por outro fato acontecido, apenas, precaução. Como deixármos as crianças presas dentro de casa? Em tres viagens pela Europa, também, em Miami, cansei de ver pais passeando com seus filhos com uma espécie de uma corda, elástica, mais ou menos de uns 4 metros, onde ela se encolhia, de acordo com o movimento da criança, amarrada em um dos seus braços! No inicio achei terrivel, parecendo um cachorrinho na coleira, mas, depois, entendi! Na Europa e EUA o número de desaparecidos nas ruas, em parques é assustador!

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